Nesta série de 2011 o pincel tece sobre a tela uma trama de memórias e silêncios. Os rendados florescem em formas circulares, como mandalas rendadas que unem a sabedoria ancestral à pulsação do presente.
É um exercício de transparências, onde cada laçada pictórica busca capturar o tempo e transformar o vazio em fôlego. Mais do que pintura, é um manifesto sobre a delicadeza. Um convite para perceber que somos todos feitos de fios sutis, conexões de afeto e uma beleza que só se revela no detalhe.












Que lindossss!!! Quero um,rs! bjooo, Eve.
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